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POR QUE CONNECTED SMART CITIES?
As grandes e modernas cidades são, talvez, as mais importantes realizações do homem, por serem responsáveis, inclusive, por grande parte do desenvolvimento humano. O crescimento e modernização das cidades, porém, não se restringe ao seu tamanho, mas sim a uma série de fatores que determinam o quanto a cidade é inteligente e o quanto os cidadãos são conectados com ela.

O Connected Smart Cities acredita que uma smart city é aquela que cresce de forma planejada através de análises do desenvolvimento de alguns indicadores básicos, como economia, mobilidade, governo, meio ambiente, urbanismo e qualidade de vida.

A PLATAFORMA
O Connected Smart Cities envolve empresas, entidades e governos em uma plataforma que tem por missão encontrar o DNA de inovação e melhorias para cidades mais inteligentes e conectadas umas com as outras, sejam elas pequenas ou megacidades.

Para atingir este objetivo, unimos empresas e entidades de serviços e tecnologia de ponta, especialistas, governo e pessoas engajadas com a otimização das cidades do Brasil, buscando inspiração em soluções implantadas nas mais inteligentes cidades do mundo e trazendo novas ideias.

A plataforma Connected Smart Cities engloba as seguintes vertentes: o desenvolvimento de um Ranking de Smart Cities do Brasil; um Prêmio reconhece as melhores iniciativas desenvolvidas para a melhoria de cidades; um Fórum que traz especialistas para a discussão dos principais temas relacionados ao desenvolvimento urbano; e uma Expo que conta com a exposição de empresas patrocinadoras do projeto. Todas estas partes estarão reunidas no evento que acontece em 04 e 05 de setembro de 2018.

MISSÃO
Promover a discussão, a troca de informações e a difusão de ideias entre governo, entidades e empresas focando atender as necessidades do cidadão consciente, visando que as cidades brasileiras possam tornar-se mais inteligentes e conectadas.

VISÃO
Promover o desenvolvimento das cidades a partir de 2015 de forma que nos próximos 10 anos as cidades brasileiras possam subir um degrau ou mais na escala de desenvolvimento, se aproximando dos índices dos modelos das cidades inteligentes do mundo.

PÚBLICO ALVO
Os participantes são:

  • Prefeituras e secretarias
  • Gestores públicos federais, estaduais e municipais
  • Empresários, engenheiros, arquitetos, urbanistas, advogados, consultores, planejadores e pensadores de organizações comprometidas com o desenvolvimento de cidades inteligentes
  • Fundos de investimentos, bancos financiadores e organismos internacionais de fomento
  • Investidores, incorporadores, construtoras e Real Estate
  • Startups
  • Entidades de classe
  • Universidades

TEMAS ABORDADOS

CIDADES CONECTADAS
Internet das coisas; Big data; redes inteligentes; aplicativos; Wi-Fi aberto; segurança cibernética; proteção de dados; privacidade; desenvolvimento da plataforma da cidade; análise e gerenciamento de dados; e-segurança; vigilância.

URBANISMO SUSTENTÁVEL NAS CIDADES
Planejamento e design urbano; construção verde; agricultura urbana; poluição do ar; água; carbono zero; smart grid; microgrid; eletromobilidade; tecnologias e gerenciamento de energia; política e regulação; iluminação pública; economia circular.

MOBILIDADE E ACESSIBILIDADE NAS CIDADES
Plano de mobilidade; sistemas de transportes inteligentes; integração do transporte; ciclovias; transporte público; pedestre; gestão de tráfego; políticas públicas para transporte; mobilidade como um serviço da cidade.

CIDADES PARTICIPATIVAS E ENGAJADAS
Plataformas de participação e colaboração dos cidadãos; participação social; inovação e dados abertos; avaliação de desempenho, indicadores e métricas; transparência; capacitação para engajamento dos cidadãos; governança; integração de serviços; desenvolvimento de métodos participativos.

CIDADES EMPREENDEDORAS
Inovação; apoio e fomento para o desenvolvimento de startups; políticas públicas para promoção do empreendedorismo; colaboração; co-criação.

CIDADES PRÓSPERAS
Promoção do desenvolvimento econômico; modelos de financiamento; parcerias público-privadas; competitividade; globalização da economia das cidades; desenvolvimento de clusters produtivos; economia social; cocity

CIDADES HUMANAS, RESILIENTES E INCLUSIVAS
Envelhecimento da população; saúde; educação; capacitação; equidade de gênero; cultura; serviços públicos e sociais; inclusão; esporte; recuperação de desastres; inundações.

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