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Cidades inteligentes e seu papel na promoção da mobilidade não motorizada são tema do Connected Smart Cities 2017

Calçadas, ciclovias e outras alternativas para a locomoção das pessoas

Pensar em mobilidade urbana nas cidades deve ir além do planejamento. Demanda uma série de mudanças de paradigmas e consequentemente, atitudes eficazes, como por exemplo, investir em transporte público com qualidade e capilaridade; contar com veículos que utilizem combustíveis não fósseis; diminuir o espaço dos carros nos grandes centros urbanos; mudar o conceito da rua, tornando-a um espaço compatível com ciclovias e calçadas de qualidade; utilizar a tecnologia a favor da mobilidade urbana e do cidadão; promover espaços públicos de qualidade; entre outros.

O Connected Smart Cities 2017, que acontece nos dias 21 e 22 de junho, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo, tem o objetivo de debater iniciativas para tornar as nossas cidades mais inteligentes e conectadas. “Por meio do intercâmbio de informações, unimos empresas de serviços e tecnologia de ponta, especialistas, prefeituras e pessoas engajadas com a otimização das cidades do Brasil, buscando inspiração em soluções implantadas nas cidades mais inteligentes do mundo”, completa Paula Faria, diretora da Sator, organizadora do evento.

Durante o dia 22 de junho, a partir das 9 horas da manhã, o Connected Smart Cities proporcionará diversos painéis focados em discussões sobre os desafios e as oportunidades que as cidades possuem quando o objetivo é se tornarem cidades cada vez mais conectadas e inteligentes.

Para Ana Paula Wickert, Secretária de Planejamento da Prefeitura Municipal de Passo Fundo, palestrante no painel Mudança da realidade urbana para a mobilidade: como otimizar a utilização do espaço público, os espaços públicos são fundamentais para o desenvolvimento das cidades, dado que é neles que ocorrem as interações sociais e o convívio, além de serem essenciais para a configuração da identidade do lugar. “O uso adequado dos espaços públicos pela população além de dar vivacidade à cidade, também colabora com a segurança e movimentação da economia. Hoje, a qualidade de vida é um dos principais aspectos observados quando alguma empresa precisa investir na cidade, pois estas já consideram que pessoas bem qualificadas profissionalmente, buscam cidades com boa qualidade de vida, e isto está diretamente relacionado com a qualidade dos espaços públicos, configurando assim um círculo virtuoso”, destaca Ana Paula.

Um dos benefícios em dar ênfase em projetos focados na mobilidade não motorizada, é que a mobilidade urbana ativa, além de ser fundamental para a criação de um futuro mais sustentável, também colabora com a saúde preventiva e segurança. Segundo Ana Paula, em uma cidade onde as pessoas podem caminhar ou andar de bicicleta, as relações entre o cidadão e a rua, a arquitetura e a paisagem, são mais íntimas, os vínculos são fortalecidos e o ser humano passa a ser o protagonista do espaço. O comércio também passa a ser realizado de forma mais dinâmica, pois as pessoas circulando pelo espaço tem mais oportunidades de realizar negócios e de se relacionar, além de aumentar fortemente a segurança devido à ocupação adequada. Observando as tendências atuais pode-se dizer que estamos nos voltando novamente para o essencial na vida de uma cidade: as pessoas. Criando um urbanismo seguro e adequado para as crianças, por exemplo, onde elas possam novamente andar a pé ou pedalar, teremos como resultado uma cidade atrativa para todas as idades, com vida e pulsação”, afirma Ana Paula.

Pela primeira vez, o projeto Passo Fundo vai de Bici será apresentado em um evento. A expectativa de Ana Paula é mostrar como um case que iniciou modesto conseguiu transformar rapidamente o perfil de Passo Fundo, no interior do Rio Grande do Sul. “Mesmo com as dificuldades que o país enfrenta, é possível aplicar boas práticas transformadoras. Também buscamos estar em contato com outros municípios e aprender novas soluções e experiências, num momento de troca e crescimento. Eventos como o Connected são fundamentais para que os setores possam se aproximar, trocar ideias e conhecer as diferentes realidades em busca de soluções inovadoras para as cidades brasileiras ”, finaliza Ana Paula Wickert.

Sobre o CSC 2017

O Connected Smart Cities envolve empresas, entidades e governos em um evento que tem por missão encontrar o DNA de inovação e melhorias para cidades mais inteligentes e conectadas umas com as outras, sejam elas pequenas ou megacidades. A plataforma Connected Smart Cities engloba as seguintes vertentes: o desenvolvimento de um Ranking de Smart Cities do Brasil; um Prêmio que vai reconhecer as melhores iniciativas desenvolvidas para a melhoria de cidades; um Fórum que trará especialistas para a discussão dos principais temas relacionados ao desenvolvimento urbano; e uma Expo que contará com a exposição de empresas patrocinadoras do projeto e uma Rodada de Negócios onde as empresas compradoras e vendedoras terão a oportunidade de estabelecer relações e fazer negócios.

Mais informações: connectedsmartcities@sators.com.br

 

 

 

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